Pelo peito parece passear pesado paradigma
Pressionando pessoas a pendular passado
Parafraseando péssimas poesias
Provindas de perdido poeta
Posto por profeta
Pondo em prática preceitos
Perpetuando perfeitos paradoxos
Porém profundamente pendentes,
Percebendo-os do ponto pessoal
Pesa peso parado
Pretendendo prover pulo perigoso
Para pobre pedestre. Pudera!
Posta péssima propaganda proferida publicamente
Posso propor paraíso
Perguntando perigosamente:
Por que Pai?
Pelos pecados do povo?
Pelo perdão:
Poupa-nos perante perdição perversa
Por nós próprios preparada,
Porventura previamente paga.
(Gabriel Holanda)
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domingo, 2 de maio de 2010
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